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Oferta de microcrédito vai aumentar 30% em 2015 PDF Imprimir E-mail
Quinta, 11 de Dezembro de 2014 17:48

As linhas de microcrédito na Bahia devem crescer 30% em 2015, beneficiando os pequenos empreendedores em geral, tanto na zona rural quanto na urbana. Somente no Banco do Nordeste (BNB), a previsão para o ano que vem é de liberação de R$ 5,5 bilhões: R$ 3 bilhões, pelo Agroamigo, linha rural; e R$ 2,5 bilhões, pelo Crediamigo, linha urbana.
São financiamentos liberados a juros especiais para pequenos agricultores e pecuaristas, além de profissionais como costureiras, artesãos, vendedores de pipoca e cachorro-quente, entre outros, nas cidades. Mais do que empréstimos bancários, os programas de microcrédito também cumprem papel social junto aos beneficiários e regiões onde são desenvolvidos - uma das razões da escolha do tema para a série de debates do A TARDE Discute, evento promovido pelo Grupo A TARDE, com patrocínio do BNB.
O aumento no volume de recursos previsto para o ano que vem foi anunciado por representantes dos principais bancos públicos que lidam com o microcrédito no estado, durante a terceira edição da série. O evento, realizado sempre às terças-feiras, também tem cobertura do jornal Massa! e do Portal A TARDE, incluindo a divulgação dos vídeos dos debates, em todas as edições.
O jornalista Geraldo Bastos, editor de Economia de A TARDE, mediou o debate que teve como tema central "Os caminhos para consolidação e expansão do microcrédito no Brasil e na Bahia". Participaram desta edição representantes do BNB, da Caixa Econômica Federal, da Agência de Fomento do Estado da Bahia (Desenbahia), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e da Federação das Associações de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte do Estado da Bahia (Femicro).
Os centros de Apoio aos Pequenos Empreendimentos do Estado da Bahia (Ceape) e Ecumênico de Apoio ao Desenvolvimento (Ceade), além da empresa especializada em consultoria para microcrédito Borja Jucá Valorização de Ativos, também enviaram representantes. Os debates são realizados na sede do Grupo A TARDE, na Avenida Tancredo Neves, em Salvador.
Mais crédito
De acordo com o gerente de microfinanças do BNB em exercício, José Jesus da Silva, o microcrédito vem crescendo a cada ano na instituição, com média anual de 30%. O banco foi o primeiro no país a oferecer as linhas especiais: primeiro, para os projetos urbanos (Crediamigo), linha criada em 1993. Já os projetos rurais (Agroamigo) passaram a ser atendidos em 2005.
O BNB é, atualmente, a principal referência na área. A experiência levou o banco a atingir em outubro deste ano a meta de volume de recursos do Agroamigo, que estava prevista para ser alcançada somente agora em dezembro: R$ 2,5 bilhões.
Na Desenbahia, as linhas voltadas para os microempreendedores crescem também a cada ano, conforme revelou a gerente de microfinanças da instituição, Márcia Fonseca. De 2012 para 2013, o aumento chegou a alcançar 60%; de 2013 para 2014, o índice ficou em 30%, percentual de crescimento que deve se manter no ano que vem.
Os recursos são liberados tanto diretamente aos interessados, como por meio de parcerias com prefeituras, cooperativas de crédito, entre outras organizações da sociedade civil de interesse público (Osip), "sendo oferecidos, inclusive, nos pequenos municípios que não dispõem de agências bancárias", como destacou Márcia.
Foram liberados na Desenbahia R$ 80 milhões em microcrédito em 2014, com média de projetos de R$ 2 mil. A previsão para 2015 é que os recursos alcancem R$ 100 milhões.
Informalidade
Segundo dados divulgados pela representante da Desenbahia, atualmente existem no Brasil 27 milhões de pessoas que atuam no mercado por conta própria. Na Bahia, seriam três milhões de pessoas na informalidade, representando um público potencial para o microcrédito.
Para Josélia Pontes, analista técnica do Sebrae, a educação financeira e as atividades de orientação aos trabalhadores do mercado informal são fundamentais. "É preciso uma política pública sistêmica voltada para este público, envolvendo várias secretarias e órgãos públicos", disse. Além dela, Emilton Sant'Anna representou o Sebrae.

 
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